Nova Floresta perdeu uma grande oportunidade de crescer culturalmente, esportivamente e religiosamente. O projeto do vereador Ferreira Neto (PT) que visava revogar a Lei nº 1.198/2024 foi rejeitado pela Câmara Municipal, impedindo que eventos culturais, esportivos e religiosos possam ser realizados de forma estruturada e autossustentável no município.
A revogação da referida lei era de suma importância, pois, além de viabilizar atividades desportivas, abriria espaço para eventos promovidos por igrejas e instituições religiosas. Grupos jovens da Igreja Católica, eventos promovidos por igrejas evangélicas, como jantares para mulheres e congressos religiosos, poderiam ocorrer sem entraves burocráticos. No campo esportivo, a cidade também sai perdendo, já que com a permissão do uso adequado do ginásio municipal, Nova Floresta poderia sediar torneios de Jiu-Jitsu de nível nacional, fomentando a economia local e trazendo visibilidade ao município.
Além disso, a atual legislação impede a realização de eventos festivos em praças e ruas públicas caso haja cobrança de ingressos, limitando a organização de festas tradicionais, festivais culturais e apresentações artísticas que poderiam movimentar o comércio local e proporcionar lazer à população.
Para Ferreira Neto, a decisão da Câmara Municipal não significa o fim da luta. O vereador acredita que a lei atual é inconstitucional, pois impede a livre iniciativa e compromete o desenvolvimento sociocultural da cidade. "Não podemos aceitar que Nova Floresta continue engessada por uma legislação que sufoca o crescimento dos eventos e impede que os cidadãos desfrutem de mais cultura, esporte e fé. Vou recorrer à justiça para derrubar essa lei injusta!", declarou.
Mesmo com a derrota na Câmara, Ferreira Neto reafirma seu compromisso com a população e continuará buscando alternativas para garantir que Nova Floresta possa usufruir de eventos organizados, estruturados e que contribuam para o bem-estar da comunidade.
O vereador agora se prepara para levar a batalha ao âmbito judicial, buscando a revogação da Lei nº 1.198/2024 nos tribunais. A luta está longe de acabar, e o apoio popular será fundamental para essa conquista.
Assessoria
Nenhum comentário:
Postar um comentário